O Snapchat está sendo julgado pela primeira vez nos Estados Unidos em um caso relacionado ao vício em redes sociais. A empresa enfrenta acusações de que suas plataformas foram projetadas para gerar dependência em usuários jovens.
O processo, que ocorre em Los Angeles, também inclui o Instagram, e terá jurados analisando alegações de que esses serviços afetam negativamente a saúde mental de crianças e adolescentes.
O julgamento teve início com a seleção de jurados em 28 de outubro de 2026, e as audiências devem durar até meados de dezembro. A empresa-mãe do Snapchat, Snap, e a Meta, controladora do Instagram, estão apresentando suas defesas.

Julgamento sobre vício em redes sociais
A plataforma de mensagens Snapchat está sendo processada nos Estados Unidos por supostas práticas que teriam gerado vício em redes sociais entre jovens usuários. Esta é a primeira vez que a empresa enfrenta um júri devido a esses tipos de acusações, ao lado de outros aplicativos populares como Instagram, que também está sob investigação.
As alegações estão centradas na ideia de que essas plataformas foram desenhadas de maneira a maximizar a dependência dos usuários, especialmente entre crianças e adolescentes. O julgamento começou em 28 de outubro de 2026 em Los Angeles e a seleção do júri ocorrerá até 4 de novembro, com audiências se prolongando possivelmente até meados de dezembro deste ano.
Acusações de danos à saúde mental
Os demandantes alegam que os aplicativos não apenas fomentam o vício, mas também contribuíram para diversos problemas de saúde mental, incluindo depressão, ansiedade e transtornos alimentares. Os advogados das partes envolvidas deverão apresentar suas provas e testemunhos ao longo do processo, incluindo depoimentos de figuras influentes na indústria, como Mark Zuckerberg e Evan Spiegel, previsto para acontecer em novembro.
As plataformas são acusadas de serem fabricadas com características que incentivam o uso excessivo, levando os jovens a experimentar consequências severas em sua saúde mental. A expectativa é que o julgamento lance luz sobre a responsabilidade das redes sociais em relação ao bem-estar de seus usuários, especialmente os mais vulneráveis.

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